"Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." I Tm 2:5

Igreja Presbiteriana de Jussara

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FILME COMOVENTE!

Baseado em uma história real. 

Dia 08/01/2013  às 19:30hs na Igreja Presbiteriana de Jussara

Será servido durante a exibição do filme, pipoca e refrigerante.

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HINÁRIO NOVO CANTICO CANTADO COMPLETO 403 HINOS Ouça as a mostras

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Cântigos e Hinos do Hinário Novo Cântico em Power Point  

O Cristianismo Instantâneo

Não é de admirar que o país que deu ao mundo o chá instantâneo e o café instantâneo, havia de dar também o cristianismo instantâneo. Se essas bebidas não foram de fato inventadas nos Estados Unidos, foi certamente neste país que receberam o impulso propagandístico que as tornou conhecidas na maior parte do mundo. E não se pode negar que foi o fundamentalismo americano que trouxe o cristianismo instantâneo às igrejas que procuram ser fiéis ao Evangelho.

Esquecendo por ora o romanismo e o modernismo em seus diferentes disfarces, e focalizando a nossa atenção no grande corpo de crentes evangélicos, vemos logo quão profundamente a religião de Cristo tem sofrido na casa dos Seus amigos. O gênio americano, capaz de conseguir que as coisas sejam feitas depressa e facilmente, sem muita preocupação com a qualidade e durabilidade, produziu um virús que infeccionou toda a igreja evangélica nos Estados Unidos e, através de nossa literatura, os nossos evangelistas e os nossos missionários propagaram pelo mundo.

O cristianismo instantâneo entrou em cena com a era da máquina. Os homens inventaram as máquinas com dois propósitos. Queriam obter trabalho importante com maior rapidez e facilidade do que se poderia conseguir manualmente, e queriam executar o trabalho de modo que pudesse dedicar tempo a objetivos mais de acordo com seus gostos, tais como lazer ocioso e o gozo dos prazeres do mundo. Ora, o cristianismo instantâneo serve aos mesmos propósitos, na religião. Dispensa o passado, garante o futuro e dá ao cristão liberdade para seguir as mais refinadas luxúrias da carne com plena bos consciência e com um mínimo de restrição.

Com “cristianismo instantâneo” me refiro ao tipo de cristianismo que se encontra em quase toda parte nos círculos evangélicos, nascido da noção de que podemos desincumbir-nos da nossa total obrigação para com as nossas almas por um só ato de fé, ou no máximo dois, ficando daí por diante aliviados de toda a ansiedade quanto a nossa condição espiritual. Somos santos por vocação, nossos mestres continuam a falar-nos, e nos é permitido inferir disto que não há motivo para procurarmos er santos pelo caráter. Está presente aqui uma qualidade automática e definitiva, completamente fora do estilo da fé do Novo Testamento.

Neste erro, como em muitos outros, há certa porção de verdade compreendida imperfeitamente. É a verdade que a conversão a Cristo porde ser repentina, e muitas vezes o é. Onde o fardo do pecado tem sido pesado, a percepção do perdão é normalmente clara e alegre. O deleite experimentado no perdão é semelhante ao grau de repugnância moral pelo pecado sentida no arrependimento. O verdadeiro cristão encontrou-se com Deus. Ele sabe que tem a vida eterna e provavelmente sabe onde e quando a recebeu. E também aqueles que foram cheios do Espírito em sua regeneração, têm nítida experiência de serem cheios. O Espírito se anuncia a Si próprio, e o coração renovado não tem dificuldade em identificar a Sua presença quando Ele inunda a alma.

Mas o problema é que nós tendemos a pôr a nossa confiança em nossas experiências e, em conseqüência, interpretamos mal todo o Novo Testamento. Estamos sendo constantemente exortados a tomar uma decisão, a resolver a questão já, a cuidar de uma vez da coisa toda – e os que nos exortam estão certos em fazê-lo. Há decisões que podem e devem ser tomadas uma vez para sempre. Há questões pessoais que podem ser resolvidas instantâneamente, por um determinado ato da vontade (no chamado eficaz) em resposta a fé alicerçada na Bíblia. ninguém iria negar isto; certamente eu não farei.

A questão posta diante de nós é: Exatamente quanto se pode realizar nesse ato de fé? Quanto ainda fica por ser feito, e até onde nos pode levar uma só decisão?

O cristianismo instantâneo tende a tornar a fé um ato terminal e assim abafa o desejo de progresso espiritual. Não entende a verdadeira natureza da vida cristã, que não é estática, mas dinâmica e tendente a expandir-se. Omite o fato de que o novo cristão é um organismo vivo tão certamente como o é um bebê, e precisa de nutrição e de exercício para crescer normalmente. Não leva em consideração queu o ato de fé em Cristo ocasiona uma relação pessoal entre dois seres morais inteligentes, Deus e o homem reconciliado, e nenhum encontro singular entre Deus e uma criatura feita a Sua imagem poderia jamais ser suficiente para estabelecer uma amizade íntima entre eles.

Ao tentarem envolver tudo o que constitui a salvação numa só experiência, ou duas, os advogados do cristianismo instantâneo descprezam a lei de desenvolvimento vigente em toda a natureza. Ignoram os efeitos santificantes do sofrimento, de levar a cruz e da obediência prática. Passam de largo pela necessidade de treinamento espiritual, pela necessidade de formar hábitos corretos e pela necessidade de lutar contra o mundo, o diabo e a carne.

Uma indevida preocupação com o ato inicial de crer tem criado em alguns uam psicologia de contentamento, ou pelo menos de ausência de expectação. Em muitos isso infundiu certo desapontamento com a fé cristã. Deus parece estar demasiado longe, o mundo está perto demais, e a carne é poderosa demais para que se lhe possa resistir. Outros se alegram ao aceitar a certeza de uma bem-aventurança automática. Esta os exime da necessidade de vigiar, lutar e orar, e os deixa livras para gozarem este mundo enquanto esperam o mundo vindouro.

O cristianismo instantâneo é uma ortodoxia do século vinte. Fico a indagar se o homem que escreveu Filipenses 3.7-16 o reconheceria como a fé pela qual ele finalmente morreu. Temo que não.

A. W. Tozer

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Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, o e pecado após ter se consumado, gera a morte.

Meus amados irmãos, não se deixem enganar. Toda boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes. Por Sua decisão Ele nos gerou pela palavra da verdade, a fim de sermos os primeiros frutos de tudo o que Ele criou. (Tg 1.13-18)

Séculos de tradição religiosa tem insistido em que Deus não pode ser o autor do pecado. Eu tenho refutado isto em um número de lugares.[1] Existe a aceitação de que para Deus ser a causa metafísica direta de todo o mal comprometeria a Sua retidão. Eu tenho demonstrado que isto não tem base e não é inteligente, e negar que Deus é o autor do pecado é negar também a Sua soberania e providência. De fato, é um ataque ao Seu próprio Ser e posição como Deus. click aqui e leia o artigo competo

Conta bancária para doações de ajuda financeira à irmã Silvia esposa do Rev Aldo:

Banco:  CAIXA

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Conta Poupança: 11125-2  

Operação: 13

Titular da Conta: IGREJA PRESBITERIANA DE JUSSARA

Todo primeiro domingo do mês

 

s vivendo um tempo em que o cristianismo que está sendo pregado por aí é muito mais triunfalista do que realista. Chegamos a conclusão foi substituída pela mensagem mercantilista do “seja feliz, custe o que custar”.

A cada dia vemos a propaganda enganosa desta falsa teologia chamada prosperidade, que na realidade nada mais é do que uma mistura de misticismo e positivismo, com as águas e óleos ungidos, afastando-se da mensagem bíblica consistente e fundamentada.

A verdadeira prosperidade não é aquela que diz que cristão não sofre, que sempre tem dinheiro, saúde e sucesso. Olhando atentamente as Escrituras veremos que todos os grandes homens e mulheres da Bíblia passaram provações, dificuldades e sofrimentos.

Veja o exemplo de Jesus. Em Hebreus 5:7-9 podemos ler assim: “Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão.

Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.”. Qual a diferença entre Jesus é nós? O próprio Filho de Deus passou por lutas e provações. Ele aprendeu no sofrimento. Isso é bem diferente do que se prega hoje em dia.

Nenhuma Teologia jamais fez tanto sucesso no Brasil quanto à Teologia da Prosperidade. Alavancada a partir de ministérios neopentecostais e até de alguns movimentos considerados como seitas, essa teologia tem atraído milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente em países pobres, onde a fé do povo pode ser mais facilmente explorada.

Movidos em primeira mão por suas necessidades básicas, mas em seguida por outras motivações não tão dignas, quanto à inveja, a ganância, o poder, etc, muitas pessoas buscam a Deus tão somente por aquilo que Ele pode oferecer, ignorando o Seu caráter e o desejo do Seu coração de que sejamos pessoas melhores.

Cinco termos hebraicos que descrevem a prosperidade no Antigo Testamento:

1. Tsālēach: a prosperidade como fruto de uma vida bem-sucedida. No Antigo Testamento a palavra hebraica mais comum para descrever a prosperidade é tsālēach, isto é,”ter sucesso”, “dar bom resultado”, “experimentar abundância” e “fecundidade”. Esse termo é usado em relação ao sucesso que o Eterno deu a José (Gn 39.2,3,33) e a Uzias (2 Cr 26.5). No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência, temor e reverência do homem a Deus. A Escritura afirma que Uzias “buscou o SENHOR, e Deus o fez prosperar”.

2. Chāyâ: a prosperidade de uma vida longeva. Um outro termo hebraico que descreve a vida próspera échāyâ. Literalmente a palavra significa “viver” ou “permanecer vivo”, entretanto, em certos contextos significa “viver prosperamente”: “Até que eu venha e vos leve para uma terra como a vossa, terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras, de azeite e de mel; e assim vivereis e não morrereis” (2 Rs 18.32). Em 1 Samuel 10.24, a frase “Viva o rei!”, quer dizer “Viva prosperamente o rei!”; “Viva o rei em prosperidade”.

3. Śākal: a sabedoria que traz prosperidade. Um outro termo muito significativo no Antigo Testamento éśākal. Textualmente significa “ser sábio”, “agir sabiamente” e, por extensão, “ter sucesso”. Esta palavra está relacionada à vida prudente, ao agir cautelosa e sabiamente em todos os momentos e circunstâncias. Um exemplo negativo que serve para ilustrar a importância do que estamos afirmando é o marido de Abigail. Nabal, do hebraico nābāl, ipsis litteris, “louco”, “imprudende”, “tolo”, demonstrou imprudência, tolice e loucura ao negar socorrer a Davi em suas necessidades. Embora rico, não era sábio e prudente (1 Sm 25.10-17); sua estultice quase o leva à morte pelas mãos de Davi, mas não impediu que o mesmo fosse morto pelo Senhor (1 Sm 25.37,38). Nabal não agiu com śēkel, isto é, “sabedoria”, “prudência”; não procedeu com prudentemente, portanto, “não teve sucesso”, “não foi próspero”. Davi, por outro lado, viveu sabiamente diante de Saul, dos exércitos de Israel, do povo e diante do próprio Senhor: “E Davi se conduzia com prudência [śākal] em todos os seus caminhos, e o Senhor era com ele” (1 Sm 18.14 ler vv.12,15).

4. Shālâ: o estado de impertubabilidade da prosperidade. O vocábulo procede de uma raiz da qual se deriva as palavras “tranquilidade” e “sossego”. O termo significa “estar descansado”, “estar próspero”, “prosperidade”. O termo também diz respeito à prosperidade do ímpio (Jr 12.1). Porém, o foco que pretendo destacar é o flagrante estado de “impertubabilidade” que pode levar ao orgulho. No Salmo 30. 6 o poeta afirma:”Eu dizia na minha prosperidade [shālâ]: Não vacilarei jamais”. Provérbios 1.32 revela com muita propriedade que “a prosperidade dos loucos os destruirá”. O Salmo 30 descreve o louvor pelo recebimento da cura divina e pelo livramento da morte: “Senhor, fizeste subir a minha alma da sepultura; conservaste-e a vida para que não descesse ao abismo” (v.3). A salmodia foi composta logo após o restabelecimento da saúde física do salmista. Neste poema o rapsodo fala a respeito de sua prosperidade e de como sentia-se seguro, tranqüilo e impertubável até que a calamidade adentrou nos umbrais de sua frágil vida e seu orgulho e confiança na riqueza foi abatido. A confiança na estabilidade da prosperidade cede lugar à confiança inabalável na bondade divina: “Ouve, Senhor, e tem piedade de mim; Senhor, sê o meu auxílio” (v.10). A prosperidade anunciada por meio do vocábulo shālâpode produzir, como afirma o teólogo Victor Hamilton, “despreocupação” (Ez 23.41; Pv 1.32). Portanto, esse termo afirma o perigo que subjaz na prosperidade. Esta não deve substituir a confiança em Deus e nas santas promessas das Escrituras.

5. Dāshēm: a prosperidade abundante. Este termo é mais frequente nos textos poéticos do que nos prosaicos. Logo, trata-se de um vocábulo poético e idiomático hebreu. Literamente significa “engordar”, “ser gordo” e, consequentemente, “ser próspero”. Em nossa obra, Hermenêutica Fácil e Descomplicada (CPAD)

I – O QUE NÃO É A VERDADEIRA PROSPERIDADE

A verdadeira prosperidade não é sinônimo de riqueza material, como muitos pensam. Nem sempre um homem rico pode ser considerado como próspero e, da mesma maneira, não podemos dizer que um homem pobre não possa ser próspero. Vejamos alguns exemplos:

Jesus é o maior exemplo, pois Ele veio a este mundo e viveu como pobre (Zc 9.9). O barco onde ele ensinava as multidões, não era seu (Lc 5.3); O jumentinho no qual ele entrou montado em Jerusalém, também não era seu (Lc 19.30-35) e Ele mesmo disse que não tinha onde reclinar a cabeça (Mt 8.20). Quando precisou pagar o imposto, não tinha dinheiro algum, por isso mandou que Pedro fosse buscar a moeda na boca do peixe (Mt 17.27). Nem por isso, Ele deixou de ser próspero, pois cumpriu sua missão e foi exaltado por Deus (Ef 1.20,21; Fp 2.9).

O apóstolo Paulo também sofreu muito e passou por muitas necessidades (II Co 11.24-33). Algumas vezes precisou de auxílio dos irmãos (Fp 4.10-19). Escrevendo aos filipenses ele disse que aprendeu a estar contente com o que tinha. Sabia ter abundância e sabia também padecer necessidade (Fp 4.12-13). Mesmo assim, ele foi um homem próspero. Mesmo sem dispor de Rádio, Televisão, Internet e meios de transportes modernos, pôde ganhar milhares de vidas para Cristo, fundar dezenas de igrejas, treinar obreiros e, através de suas epístolas, contribuir para a edificação das igrejas em todo o mundo.

O Novo Testamento menciona que algumas igrejas eram pobres (II Co 8.2; Ap 2.9). Os cristãos da Judéia passaram por dificuldades financeiras e foram ajudados pelos coríntios e pelos macedônios (II Co 8 e 9; Rm 15.26). Os próprios irmãos macedônios viviam em “profunda pobreza” (II Co 8.2). No entanto, o médico Lucas diz, acerca destas igrejas: “Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo” (At 9.31).

Estes são apenas alguns, dentre tantos outros exemplos bíblicos, de pessoas que, apesar de serem pobres, foram prósperas e cumpriram os propósitos divinos.

II – O QUE É A VERDADEIRA PROSPERIDADE

A verdadeira prosperidade não se limita a posse dos bens terrenos, mas, principalmente no reconhecimento e na aquisição dos bens espirituais e eternos.

1. A verdadeira prosperidade é ter a Deus como bem maior:

O salmista Asafe, depois que entrou no santuário, disse: “Quem tenho eu no céu senão a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti… para mim, bom é aproximar-me de Deus…“ (Sl 73.25,28).

Quando a multidão estava abandonando a Cristo, e não queria mais segui-lo, Ele perguntou aos discípulos: Quereis vós também retirar-vos? Ao que Pedro lhe respondeu: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (Jo 6.67,68).

O apóstolo Paulo disse: “O que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo” (Fp 3.7,8).

2. A verdadeira prosperidade é possuir riquezas espirituais:

O apóstolo Paulo nos exorta a buscar e a pensar nas “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2);
Pedro não tinha prata nem ouro, mas tinham autoridade para curar em nome de Jesus (At 3.1-6);
A igreja de Laodicéia era materialmente rica, mas vivia em miséria espiritual. Por isso, foi repreendida pelo Senhor Jesus (Ap 3.17-18). Enquanto que a igreja de Esmirna vivia em pobreza, e o Senhor Jesus disse que ela era rica (Ap 2.9).

3. A verdadeira prosperidade é possuir riquezas eternas:

Jesus disse: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mt 6.19,20);
Lázaro era um mendigo que vivia cheio de chagas, mas, depois da morte, foi levado pelos anjos para o seio de Abraão (Lc 16.19-31);
O apóstolo Paulo disse: “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele” (I Tm 6.7). E o escritor da Epístola aos Hebreus, disse: “Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura” (Hb 13.14).
Por isso, o apóstolo Paulo diz que nós somos “…como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo” (II Co 6.10).

III – ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS SOBRE AS RIQUEZAS TERRENAS

A Bíblia traz muitas advertências sobre os perigos que envolvem as riquezas. Vejamos algumas:

Jesus disse que dificilmente entrará um rico no céu (Lc 18.24);
O apóstolo Paulo disse os que querem ser ricos, caem em tentação e em muitas concupiscências; e que o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males (I Tm 6.9,10); A riqueza pode conduzir a avareza, excluindo-o do reino dos céus (I Co 5.11; 6.10; Ef 5.5; Cl 3.5);
Não devemos colocar a nossa confiança na riqueza (Sl 49.6,7; 52.7; 62.10; Pv 11.28; I Tm 6.17);
Pode tirar a tranqüilidade (Jó 27.19-20; Ec 5.12);
Além disso, a riqueza não garante solução para os maiores problemas do ser humano (Pv 11.4).

IV – COMO OBTER A VERDADEIRA PROSPERIDADE

A verdadeira prosperidade é uma realidade que pode ser alcançada por qualquer cristão. Para alcançá-la, é necessário:

Meditar na Lei de Deus (Js 1.8; Sl 1.3);
Obedecer a Palavra de Deus (Dt 29.9; I Cr 22.13; II Cr 31.21 ; I Rs 2.3);
Reconhecer que a prosperidade vem de Deus (Ne 1.11; 2.20).

CONCLUSÃO

Os dias hodiernos são caracterizados por uma sociedade capitalista e materialista, onde a inversão os valores tem feito com que muitas pessoas, inclusive cristãos, se apeguem aos bens terrenos e materiais. Muitos vivem numa busca desenfreada pelos bens materiais, a ponto de sufocar a vida espiritual. Cabe a nós, cristãos, o direito de escolha: priorizar os bens terrenos ou as riquezas espirituais. No entanto, aquele que colocar no seu coração o propósito de buscar as riquezas celestiais e espirituais, poderá desfrutar de muitas bênçãos no presente século, e, principalmente, no século vindouro.

1. A prosperidade verdadeira depende da busca correta na fonte certa: Deus.

2. A prosperidade verdadeira só é possível com o auxílio de um poder sobrenatural: Do céu.

3. A prosperidade verdadeira está na fórmula apontada pela palavra de Deus: a Bíblia.

4. A prosperidade verdadeira depende do foco e atitude de quem a procura: você.

Que Deus nos ajude a angariar tesouros nos céus pois lá não há perigo de perdermos pois está escondida em Deus, amém!

   SERENIDADE

Antes mesmo de encerrar algumas linhas sob o aspecto da serenidade, é importante ressaltar que desde Epicuro até Heidegger, o grande sábio é aquele que atinge a serenidade, a paz.
No correr desses dias, de altos assuntos tecnológicos, principalmente pela morte recente de Steve Jobs, acionista majoritário da “apple”, um gênio da informática e idealista do “imac”, do “iphone” e do “ipad”, insurge-se em torno de nós uma preocupação extrema com as próximas novidades tecnológicas, uma vez que Steve era obcecado pelo novo, pelas mudanças. A pergunta que não quer calar vem à tona: O que virá agora? Muitos jovens, adolescentes e até adultos, bem como uma parte considerável da população mundial, certamente, está se perguntando agora. O que virá depois da morte de Steve Jobs? Mas, pergunto-me, o que tem a ver a serenidade com tudo isso? Ah! Veremos.
Com tantos achados tecnológicos e a incrível emancipação humana frente à ciência, será possível ainda que o mundo venha a se perguntar por novidades tecnológicas? É… Não estamos satisfeitos! Quanto mais entramos e nos infiltramos no interior das máquinas de ponta do mundo contemporâneo, mais e mais nos sentimos seduzidos por elas. Quem seduz quem? É a inversão(confusão) do sistema capitalista. Nos relacionamos muito mais com os nossos notbooks, iphones e ipads; do que com os nossos irmãos, pais e amigos. Isso produz, compulsivamente, sujeitos de desejos que se atraem por novas e cada vez mais novíssimas máquinas com designers diferentes. As pessoas não se contêm e correm avassaladoramente para as incríveis, não menos tentadoras, invenções tecnológicas.
Dessa forma, dificilmente conseguimos pensar. A esfera tecnológica, repleta de entretenimentos, nos faz suspender o pensamento, ou pelo menos, pensar de outro modo. Porém, se sentimos falta da reflexão, do pensamento, do verdadeiro pensar, é porque precisamos repensar a serenidade. Coisa parecida escreve Heidegger: “Há dois tipos de pensar, cada um dos quais é, por sua vez e a sua maneira, justificado e necessário: o pensar calculador (rechenende Denken) e a reflexão meditativa (besinnliche Nachdenken). É a esta última a que nos referimos quando dizemos que o homem de hoje foge ante o pensar”(Cf. M. Heidegger, Serenidade, trad. M.M. Andrade e O. Santos, Lisboa, Ed.Instituto Piaget, 1959, p.13-13).
Aí está o caminho da reflexão. Nessa direção se dá o anúncio dessa estranha tendência filosófica que supõe a Serenidade no dizer de Heidegger: “Podemos utilizar os objetos técnicos tal como eles têm de ser utilizados. Mas podemos, simultaneamente, deixar esses objetos descansar em si mesmos, como algo que não interessa àquilo que temos de mais íntimo e de mais próprio. Podemos dizer sim à utilização inevitável dos objetos técnicos e podemos ao mesmo tempo dizer não impedindo que nos absorvam e, desse modo, verguem, confundam e, por fim, esgotem a nossa natureza (…) Deixemos os objetos técnicos entrar em nosso mundo cotidiano e ao mesmo tempo deixemos-los repousar em si mesmos como coisas que não são algo de absoluto, mas que dependem elas próprias de algo superior”(idem, p. 22-23s).
Heidegger viveu numa época de deslumbramento da técnica, ao ponto de reivindicar uma melhor relação da ciência com a filosofia. Aliás, dificilmente se fazia filosofia sem ciência. Nietzsche, Heidegger e outros foram o grande contraponto desse momento. Mesmo assim, a ciência insistia em se impor. Os dias de Heidegger não eram tão diferentes dos nossos. O início do séc. XX provou ser o alvorecer dos encantos e desencantos da ciência: Criação e testes da bomba atômica, criação de armas químicas, guerras, fome no mundo, doenças… Um século que se mostrou contraditório e por demais desumano que viu morrer 6 milhões, senão mais, de judeus e outras inúmeras pessoas, submissas ao ódio de um tirano no poder. Tempos horríveis que despertaram no humano uma tremenda sede de paz, de serenidade. Fomos marcados, injustificavelmente, por duas grandes guerras mundiais com consequências terríveis de destruição em massa.
Os tempos são outros, mas com algumas semelhanças. Como se não bastasse, já somos herdeiros de uma ideologia norte-americana que tem ódio do terror do Oriente Médio. Vimos o assustador 11 de setembro de 2001. Não obstante, há um certo maravilhamento comparado à época de Heidegger, em que se vislumbram inovações tecnológicas capazes de nos deixar perplexos pelo conforto, pela praticidade, pela mobilidade e, mais que isso, pelo entretenimento oferecido aos usuários das inventividades de Steve Jobs. Este é o mundo de Bill Gates, Steve Jobs e de outros mais. Querendo ou não, este é o nosso mundo!
Todavia, não é deste mundo que vem a nossa paz, tal como afirma a Sagrada Escritura: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá”(Jo 14.27). Somente com a experiência da serenidade é que podemos dizer sim ou não a este mundo, pois a serenidade ou o estado sereno diante da vida ou das coisas nos permite ascender a um outro estágio de mistério e contemplação que é a sabedoria segundo Heidegger. Na linha da natureza e da vida sem ascendê-las, Epicuro nos assegura que a serenidade é uma espécie de impertubabilidade da alma que culmina numa vida boa, não numa boa vida, chamando a isso também de vida sábia. Portanto, serenidade é sim sabedoria.

Prof. Jackislandy Meira de Medeiros Silva
Bacharel em Teologia, Licenciado em Filosofia e Especialista em Metafísica

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    Você Corre De Quê, Por Quê e Para o Quê?

No frenético mundo profissional parece que todo mundo está correndo, tentando desesperadamente chegar seja lá onde for e o mais rápido possível. Para onde você está correndo? Melhor: Para o quê e do que você está correndo?

Um amigo levantou estas questões em recente palestra. Perguntei-lhe se poderia tomá-las emprestadas e adaptá-las para um artigo. O título da preleção foi: “Quatro qualidades do homem de Deus” . Achei que se aplicariam ao “empresário e profissional de Deus”. Mesmo que você não pense de si mesmo dessa maneira, me acompanhe porque esses princípios são relevantes para nós.

A palestra estava centrada no que Paulo escreveu a Timóteo: “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos”. Acrescentou: “Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez boa confissão na presença de muitas testemunhas” (1Timóteo 6.10-12). Esse texto levanta quatro questões que, como empresário ou profissional, você deveria considerar:

1. Do que você está correndo? Podemos correr de muitas coisas: fracassos; obrigações pessoais, profissionais e financeiras; experiências ruins; lembranças desagradáveis; situações estressantes. Mas será que corremos das circunstâncias que nos tentam transigir com a ética ou trair nossas convicções? Por isso, os seguidores de Cristo são advertidos a “fugir da idolatria” (1Coríntios 10.14b), significando tudo o que possa desviá-los de crenças e valores estimados.

2. O que você está buscando? Ao progredir no mercado podemos buscar inúmeras coisas: promoção; mais responsabilidade; maior contribuição ao empreendimento. Mas podemos ser consumidos pela busca de poder, posição e bens materiais, coisas que atraem o orgulho. Paulo instigava Timóteo a buscar “justiça, piedade, fé, amor, perseverança e mansidão” (1Timóteo 6.11).

3. Pelo que você luta? Se alguém da nossa família ou nosso amigo estiver correndo perigo lutaremos por sua proteção e segurança. Com frequência lutamos pela próxima venda, pelo próximo cliente, ou por uma “fatia do mercado”. Mas como Paulo, será que combatemos “o bom combate da fé” (1Timóteo 6.12)? Estamos determinados a sustentar nossas crenças mais profundas, mesmo que a custo pessoal ou profissional?

4. No que você se agarra? Nos negócios existem muitas coisas a que se apegar: reputação, status, rendimentos, até mesmo o escritório bem posicionado ou uma vaga de estacionamento. Mas será que somos igualmente diligentes em nos agarrarmos a coisas não tão tangíveis, mas que, em última instância, são de grande valor? Paulo escreveu: “Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado” (1Timóteo 6.12).

São questões importantes para se pensar, você não acha?

A Precisão da Bíblia

Embora a Bíblia seja um livro de texto sobre a religião, muitas vezes tocam em outras matérias como história, geografia e ciências. Quando toca, podemos conferir comparando-a com a arqueologia, etc. Se a Bíblia fosse escrita pelo Criador que sabe tudo, esperaríamos precisão.

Além disso, a Bíblia foi escrita há 2000-3500 anos, quando os erros científicos eram abundantes. Descrentes já procuraram impiedosamente achar erros nela. Mas se, apesar disso, podemos confirmar que não contêm os erros comuns daquela época – se verdadeiramente fala fatos que eram desconhecidos pelos cientistas até séculos mais tarde – então isso reforçaria bastante a nossa confiança de que não vem dos homens mas sim de Deus.

Considere os exemplos a seguir nos quais a Bíblia já foi provada ser precisa, mesmo quando “estudiosos” não concordaram com ela.

A. História e geografia

1. A nação hetéia

A Bíblia freqüentemente fala desta nação antiga (2 Samuel 11:3,6,17,24; Gênesis 15:19-21; Números 13:29; Josué 3:10), mas durante anos descrentes diziam que a Bíblia estava errada. Depois, em 1906, Hugo Winckler desenterrou Hattusa, o capitão heteu. Agora sabemos que, no auge, a civilização hetéia disputou com o Egito e a Assíria em esplendor!

2. Pitom e Ramessés

A Bíblia diz que os escravos israelitas construíram estas cidades egípcias usando tijolos de barro misturado com palha, depois de barro com restolho, e depois apenas de barro (Êxodo 1:11; 5:10-21). Em 1883, Naville examinou as ruínas de Pitom e achou os três tipos de tijolos.

3. O Livro de Atos

Sir William Ramsay era um descrente que procurou contestar Atos traçando as viagens de Paulo. Em vez disso, suas investigações fizeram dele um crente tenaz da precisão do livro! O ponto decisivo foi quando ele provou que, ao contrário da sabedoria já aceita, a Bíblia estava certa quando deixa subentendido que Icônio ficava numa região diferente de Listra e Derbe (Atos 14:6). (Veja Free, Archaeology and Bible History, 317.)

Considere estas citações de arqueólogos notáveis:

“…pode ser afirmado categoricamente que jamais uma descoberta arqueológica tem negado uma referência bíblica. Um grande número de descobertas arqueológicas foram feitas que conferem em resumo claro ou em detalhes exatos afirmações históricas na Bíblia. E, pela mesma moeda, uma avaliação adequada de descrições bíblicas tem levado a descobertas incríveis” – Dr. Nelson Glueck (Rivers in the Desert, 31).

“…a arqueologia tem confirmado inúmeras passagens que tinham sido rejeitadas por críticos como não-históricas ou contraditórias a fatos conhecidos…. No entanto descobertas arqueológicas mostraram que estas acusações críticas … estão erradas e que a Bíblia é confiável justamente nas afirmações pelas quais foi deixada de lado por não ser confiável. Não sabemos de nenhum caso no qual a Bíblia foi provada errada” – Dr. Joseph P. Free (Archaeology and Bible History, 1,2,134).

B. Ciência

Leia ISAÍAS 40:22.

9. Qual é a forma da terra?

A. Redonda.

B. Plana.

C. Cilíndrica.

Isaías escreveu isso quando os homens acreditavam que a terra era plana (“redondo” = “um circulo, esfera” – Gesenius). Hoje temos fotos tiradas do espaço que mostram a forma da terra, mas como Isaías sabia disso?

Leia JÓ 26:7.

10. Como a terra é sustentada (apoiada)?

A. Por quatro pilares enormes.

B. Nas costas de Atlas.

C. Paira sobre nada.

Os homens antigos acreditavam em muitos erros. Como Jó sabia a verdade?

Leia SALMO 8:8.

11. O que fica no mar de acordo com este versículo?

A. Montanhas

B. Sendas.

C. Alga marinhas.

D. Peixes.

Os homens não sabiam das sendas dos mares até que Matthew Maury leu este versículo e resolveu achá-las. Ele descobriu as correntezas do oceano, e ficou conhecido como o Pai da Oceanografia. (Impact, 9/91, pág. 3-4).

Leia ECLESIASTES 1:7.

12. O que esse versículo nos diz sobre os rios?

A. Os rios correm para o mar.

B. O mar não se enche.

C. Os rios voltam ao lugar de onde vieram.

D. Todas as alternativas.

Hoje entendemos como isso acontece através do ciclo da água e da evaporação. Com Salomão sabia disso?

A Bíblia contradisse teorias não-comprovadas, mas se for entendida corretamente nunca contradiz qualquer fato científico comprovado. No entanto, muitas vezes afirmou verdades científicas séculos antes dos homens conhecerem-nas.

Enquanto a Bíblia já foi provada ser precisa repetidamente, aqueles que criticam a Bíblia foram incapazes de provar o contrário. Isso certamente fortalece nossa fé em outros ensinamentos bíblicos.

E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus.

Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.
Atos 17:10-11
E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus.

Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.
Atos 17:10-11

E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus.

Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.
Atos 17:10-1

Ficou com dúvida sobre o que leu ou ouviu? consulte a biblia

Atos 17

10: E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus.

11: Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.

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